Museu da Cidade de Salto - rua José Galvão, 104 - Centro - Salto, São Paulo, Brasil - museusalto@yahoo.com.br
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Apresentação > O Museu da Cidade de Salto

O Museu da Cidade de Salto

Histórico do acervo

Os trabalhos para implantação do Museu da Cidade de Salto, que é um museu pertencente ao município, iniciaram-se no final da década de 1980. Para isso, foi contratada uma equipe coordenada pelo museólogo Julio Abe Wakahara, que trabalhou em conjunto com a Prefeitura. A primeira etapa visando a formação do Acervo Museológico consistiu em visitas às casas das famílias mais antigas da cidade, realizando-se um primeiro mapeamento de possíveis doações, em grande parte efetivadas. Muitas outras vieram de comerciantes, instituições e empresas, sendo as peças de própria escolha do doador. Nessa etapa, o trabalho de Ettore Liberalesso (1920- ), historiador local, foi de fundamental importância.

O Acervo Arquivístico constituiu-se igualmente por doações, destacando-se: Hemeroteca Anselmo Duarte, doada pelo cineasta saltense vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1962; coleção dos jornais da cidade O Trabalhador, O Liberal e Taperá – séries contínuas cobrindo um período de mais de 50 anos; Registros de Estrangeiros, documentação policial que se estende de 1939 a 1963; acervo fotográfico de mais de 1700 negativos reproduzidos a partir de coleções particulares, concentrado nas primeiras décadas do século XX. Destaca-se ainda um conjunto de 34 depoimentos de antigos moradores, que constitui o Banco de História Oral de Salto.

Sobre o Acervo Bibliográfico vale ressaltar que, quando foi implantado, o Museu recebeu a doação de uma coleção de livros que pertenceram à Sociedade Italiana local, integrante do Círculo de Leitura Dante Alighieri, composto basicamente por volumes em língua italiana trazidos por imigrantes entre o final do séc. XIX e início do XX, bem como por volumes incorporados através de remessas vindas da Itália durante o governo fascista de Benito Mussolini – movimento este inserido no programa de propaganda patriótica para italianos residentes no exterior.

A população envolveu-se de fato no projeto de implantação do Museu, e este foi um dos marcos principais da empreitada, contando com a participação de diversas sociedades e grupos sociais do município. Tal postura vinha ao encontro da idéia de que o Museu local deveria ser formado por aquilo que os próprios moradores da cidade julgassem significativo para uma leitura de seu passado.

Outro aspecto peculiar da concepção museológica foi a opção por não se restringir apenas à sede do Museu, mas sobretudo se integrar com a cidade por meio da ligação a outros pontos de seu território. Assim, em vários locais de Salto,
os referenciais históricos foram articulados pela comunicação visual, constituindo-se um Museu-Percurso que evidenciava a cidade industrial, sua história e o ambiente natural no qual ela se implantou. O papel da sede do Museu seria o de fornecer um caminho para se conhecer Salto, um ponto de partida. Visitando-a, o interessado receberia as informações fundamentais para, em um passeio externo, desvendar a cidade de forma mais ampla, através de seus núcleos externos e pontos de referência (veja listagem e diagrama ao lado). Com o passar dos anos, alguns pontos tiveram seus painéis removidos. Contudo, desde 2007, gradativamente eles são recolocados.



Fachada da sede do Museu, na Rua José Galvão, 104.
Como chegar?


Sede:
Museu da Cidade de Salto
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Núcleos Externos:
Parque Rocha Moutonnée
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Parque de Lavras
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Pontos de Referência:
Fábrica Brasital*
Igreja Matriz*
Praça XV de Novembro*
Quintalões da Brasital
Escola Tancredo do Amaral*
Antiga Estação Ferroviária
Monumento à Padroeira
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Rio Jundiaí
Jardim Público e Concha Acústica
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Cachoeira e Ponte Pênsil (ver Complexo Turístico da Cachoeira)
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* Esses pontos possuem, instalado no local, painel(is) informativos


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