Igreja Matriz de Nossa Senhora do Monte Serrat
Praça da Bandeira, s/nº - Centro
Construída em 1936, ocupa o lugar onde existia a capela de 1698, que foi edificada pelo Capitão Antonio Vieira Tavares, dando origem à cidade de Salto.

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Escola Estadual Tancredo do Amaral
Avenida D. Pedro II - esquina com Rua Prudente de Moraes - Centro
Por meio de um decreto de 20 de outubro de 1913, Salto passava a contar oficialmente, com o primeiro Grupo Escolar, com a anexação de oito escolas isoladas e criando-se mais duas classes. O início de seu funcionamento deu-se no dia 28 do mesmo mês, embora a inauguração oficial só viesse a acontecer no ano seguinte. Todavia, só em 21 de abril de 1932, o vestuto casarão da Av. D. Pedro II, receberia o nome de “Grupo Escola Professor Tancredo do Amaral”, uma justa homenagem a um dos primeiros professores de Salto. Antes disso, por algum tempo foi também conhecido pelo nome de Grupo Escolar “João Pessoa”. É um patrimônio tombado pelo CONDEPHAAT em 30 de dezembro de 2002.
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Prédio da Antiga Fábrica Brasital
Praça Antônio Vieira Tavares - Centro
O prédio da Brasital tem estilo arquitetônico inglês, baseado em castelos medievais, tendo sido usado em sua construção o Granito Salto, o granito róseo típico de nossa região. No início do século XIX, Salto vivia basicamente da agricultura, pesca e pecuária. Na metade do século XIX, com o surgimento da ferrovia (1873), começaram a surgir as primeiras indústrias têxteis, a Júpiter e a Fortuna. Em 1904, a Júpiter e a Fortuna foram compradas pela Sociedade Ítalo-Americana.
O complexo passou a chamar-se Brasital em 1919 (o nome Brasital é a junção de Brasil e Itália). A Brasital empregou muitos imigrantes italianos e também saltenses. Na época, Salto tinha 5000 habitantes, sendo que 1300 trabalhavam na Brasital.
A Brasital também foi conhecida como “mãe dos saltenses” por conceder muitos benefícios à cidade como: empregos, casas para funcionários, cooperativa, creche e convênio médico. Em 1981, a Brasital foi vendida para o Grupo Santista que atuou em Salto por mais 14 anos e em 1995 a Santista encerrou suas atividades em Salto. Em 2000 o prédio foi comprado por um centro universitário.

